Paróquia São João Paulo II, Sombrio, Diocese de Criciúma (SC)

Paróquia São João Paulo II, Sombrio, Diocese de Criciúma (SC)







segunda-feira, 9 de maio de 2011

I CERCO DE JERICÓ, Cidade de Sombrio

Vem aí...
De 15 a 22 de maio de 2011
7 dias de oração e 24 horas por dia...

Tema: Derrubando muralhas pelo poder da Oração
Lema: "Dá-me de beber" (Jo 4, 7)

Fique atento à programação!
15/05 - Dia da Aliança
16/05 - Dia da Unção
17/05 - Dia da Misericórdia
18/05 - Dia dos Trabalhadores
19/05 - Dia da Eucaristia
20/05 - Dia da Penitência
21/05 - Dia de Nossa Senhora
22/05 - Dia da Ressurreição

Missas às 3:00, 6:30, 15:00 e 20:00...

Confissões individuais:
Dia 16/05: das 9 às 11h
Dia 17/05 ao dia 20/05: das 9 às 11h - 22 às 24h

Nos intervalos entre as Missas, haverá adoração ao Santíssimo Sacramento, durante os 7 dias e 7 noites.

Faça já o seu pedido, para que as muralhas de sua vida e de sua família desabem por terra. Um abençoado Cerco de Jericó para todos!

domingo, 24 de abril de 2011

“Ele não esta aqui; ressuscitou”. (Lc 24,6)


O Sepulcro vazio nos indica a esperança e o compromisso de continuar a missão que Cristo nos deixou.

Ele não está mais fisicamente entre nós, mas continua em Espírito animando nossas vidas.

Com essa certeza, desejamos uma Feliz e Abençoada Páscoa a todos (as)!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Anúncio do Evangelho: serviço precioso da Igreja ao mundo


Caríssimos irmãos e irmãs!

No último dia 25/01, o Bento XVI transmite sua mensagem, entitulada "Como o Pai me enviou, também eu vos envio" (Jo 20,21), para o Domingo Mundial das Missões de 2011, a ser comemorado em 23/10, e ressalta que a propagação da Boa Nova do Evangelho é o serviço mais importante que a Igreja oferece ao mundo. Eis alguns trechos desta bela e importante mensagem!

A mensagem começa por recordar que, no Jubileu de 2000, o Papa João Paulo II "reiterou a necessidade de renovar os esforços para levar a todos o anúncio do Evangelho, com ‘o mesmo entusiasmo dos cristãos da primeira hora' (Novo millennio ineunte, 58)".

Para Bento XVI, "este é o serviço mais precioso que a Igreja pode oferecer à humanidade e a cada pessoa que procura as razões mais profundas para viver plenamente a sua própria existência".

"Portanto, este mesmo convite ressoa cada ano na comemoração do Dia Mundial das Missões", afirma.

"A missão renova a Igreja, revigora a fé e a identidade cristãs, confere um novo entusiasmo e novas motivações - resume. A fé se fortalece quando é transmitida!"

"A proclamação incessante do Evangelho, de fato, vivifica a Igreja, seu fervor, seu espírito apostólico, renova seus métodos pastorais, para que sejam cada vez mais adequados às novas situações - mesmo aquelas que requerem uma nova evangelização - e incentivados pelo impulso missionário", insiste o Papa no texto.

Este objetivo, revela, "é continuamente revivido pela celebração da liturgia, especialmente da Eucaristia", pois "a liturgia é sempre um convite ‘do mundo' e um novo envio ‘ao mundo' para testemunhar o que se experimentou".

Os destinatários da proclamação do Evangelho, continua o Pontífice, "são todos os povos", e a Igreja "é missionária por natureza" e, portanto, "não pode jamais fechar-se em si mesma".

Referindo-se à nova evangelização, indica a necessidade de proclamar o Evangelho àqueles que não o conhecem e também à "multidão daqueles que, apesar de terem recebido a proclamação do Evangelho, esqueceram-no e o abandonaram, já não mais se reconhecendo na Igreja".

"Muitos ambientes, mesmo em sociedades tradicionalmente cristãs, são hoje refratários ao abrir-se à palavra da fé", recorda.

E observa que "há uma mudança cultural em curso, alimentada também pela globalização, pelos movimentos do pensamento e pelo relativismo imperante".

Essa mudança, explica, "leva a uma mentalidade e a um estilo de vida que ignoram a mensagem do Evangelho, como se Deus não existisse, e exaltam a busca do bem-estar, do lucro fácil, da profissão e do êxito como objetivo da vida, inclusive à custa dos valores morais".

O Papa continua salientando que a dimensão missionária da Igreja "envolve todos, tudo e sempre" e "deve ser sempre levada em consideração", em todos os batizados e em toda a comunidade eclesial, "como forma de vida cristã".

Ele reconhece que "a evangelização é um processo complexo e envolve vários elementos", entre os quais destaca a solidariedade.

"É inaceitável - diz ele, citando Paulo VI - que na evangelização se negligenciem as questões que dizem respeito ao desenvolvimento humano, à justiça, à libertação de todas as formas de opressão, obviamente respeitando a autonomia da esfera política."

E acrescenta que, "por meio da participação responsável na missão da Igreja, o cristão se torna um construtor da comunhão, da paz, da solidariedade que Cristo nos deu, e colabora na realização do plano salvífico de Deus para toda a humanidade".

"Os desafios que ela encontra exortam os cristãos a caminharem junto aos outros, e a missão é parte integrante desta jornada com todos", conclui Bento XVI.

"Nela, carregamos, mas em vasos de barro, a nossa vocação cristã, o tesouro inestimável do Evangelho, o testemunho vivo de Jesus morto e ressuscitado, encontrado e crível na Igreja."

Fonte: Zenit.org

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

“Deixemos o coração iluminar-se com a luz que brilha na gruta de Belém!”

Caros irmãos e irmãs, eis a Mensagem de Natal do Papa Bento XVI a todos nós...

O Verbo fez-Se carne (Jo 1, 14).

Queridos irmãos e irmãs, que me ouvis em Roma e no mundo inteiro, é com alegria que vos anuncio a mensagem do Natal: Deus fez-Se homem, veio habitar no meio de nós. Deus não está longe: está perto, mais ainda, é o «Emanuel», Deus-connosco. Não é um desconhecido: tem um rosto, o rosto de Jesus.

Trata-se de uma mensagem sempre nova, que não cessa de surpreender, porque ultrapassa a nossa esperança mais ousada. Sobretudo porque não se trata apenas de um anúncio: é um acontecimento, um fato sucedido, que testemunhas credíveis viram, ouviram, tocaram na Pessoa de Jesus de Nazaré! Permanecendo com Ele, observando os seus atos e escutando as suas palavras, reconheceram em Jesus o Messias; e, ao vê-Lo ressuscitado, depois que fora crucificado, tiveram a certeza de que Ele, verdadeiro homem, era simultaneamente verdadeiro Deus, o Filho unigénito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade (cf. Jo 1, 14).

«O Verbo fez-Se carne». Fitando esta revelação, ressurge uma vez mais em nós a pergunta: Como é possível? O Verbo e a carne são realidades opostas entre si; como pode a Palavra eterna e onipotente tornar-se um homem frágil e mortal? Só há uma resposta possível: o Amor. Quem ama quer partilhar com o amado, quer estar-lhe unido, e a Sagrada Escritura apresenta-nos precisamente a grande história do amor de Deus pelo seu povo, com o ponto culminante em Jesus Cristo.

Na realidade, Deus não muda: mantém-se fiel a Si mesmo. Aquele que criou o mundo é o mesmo que chamou Abraão e revelou o seu próprio Nome a Moisés: Eu sou Aquele que sou... o Deus de Abraão, de Isaac e de Jacob... Deus misericordioso e compassivo, cheio de amor e fidelidade (cf. Ex 3, 14-15; 34, 6). Deus não muda: Ele é Amor, desde sempre e para sempre. Em Si mesmo, é Comunhão, Unidade na Trindade, e cada obra e palavra sua tem em vista a comunhão. A encarnação é o ápice da criação. Quando no ventre de Maria, pela vontade do Pai e a ação do Espírito Santo, se formou Jesus, Filho de Deus feito homem, a criação atingiu o seu vértice. O princípio ordenador do universo, o Logos, começava a existir no mundo, num tempo e num espaço.

«O Verbo fez-Se carne». A luz desta verdade manifesta-se a quem a acolhe com fé, porque é um mistério de amor. Somente aqueles que se abrem ao amor, são envolvidos pela luz do Natal. Assim sucedeu na noite de Belém, e assim é hoje também. A encarnação do Filho de Deus é um acontecimento que se deu na história, mas ao mesmo tempo ultrapassa-a. Na noite do mundo, acende-se uma luz nova, que se deixa ver pelos olhos simples da fé, pelo coração manso e humilde de quem espera o Salvador. Se a verdade fosse apenas uma fórmula matemática, em certo sentido impor-se-ia por si mesma. Mas, se a Verdade é Amor, requer a fé, o «sim» do nosso coração.

E que procura, efetivamente, o nosso coração, senão uma Verdade que seja Amor? Procura-a a criança, com as suas perguntas tão desarmantes e estimuladoras; procura-a o jovem, necessitado de encontrar o sentido profundo da sua própria vida; procuram-na o homem e a mulher na sua maturidade, para orientar e sustentar os compromissos na família e no trabalho; procura-a a pessoa idosa, para levar a cumprimento a existência terrena.

«O Verbo fez-Se carne». O anúncio do Natal é luz também para os povos, para o caminho colectivo da humanidade. O «Emanuel», Deus-connosco, veio como Rei de justiça e de paz. O seu Reino - bem o sabemos - não é deste mundo, e todavia é mais importante do que todos os reinos deste mundo. É como o fermento da humanidade: se faltasse, definhava a força que faz avançar o verdadeiro progresso, o impulso para colaborar no bem comum, para o serviço desinteressado do próximo, para a luta pacífica pela justiça. Acreditar em Deus que quis compartilhar a nossa história, é um constante encorajamento a comprometer-se com ela, inclusive no meio das suas contradições; é motivo de esperança para todos aqueles cuja dignidade é ofendida e violada, porque Aquele que nasceu em Belém veio para libertar o homem da raiz de toda a escravidão.

A luz do Natal resplandeça novamente naquela Terra onde Jesus nasceu, e inspire Israelitas e Palestinianos na busca duma convivência justa e pacífica. O anúncio consolador da vinda do Emanuel mitigue o sofrimento e console nas suas provas as queridas comunidades cristãs do Iraque e de todo o Médio Oriente, dando-lhes conforto e esperança no futuro e animando os Responsáveis das nações a uma efetiva solidariedade para com elas. O mesmo suceda também em favor daqueles que, no Haiti, ainda sofrem com as consequências do terramoto devastador e com a recente epidemia de cólera. Igualmente não sejam esquecidos aqueles que, na Colômbia e na Venezuela mas também na Guatemala e na Costa Rica, sofreram recentemente calamidades naturais.

O nascimento do Salvador abra perspectivas de paz duradoura e de progresso autêntico para as populações da Somália, do Darfour e da Costa do Marfim; promova a estabilidade política e social em Madagáscar; leve segurança e respeito dos direitos humanos ao Afeganistão e Paquistão; encoraje o diálogo entre a Nicarágua e a Costa Rica; favoreça a reconciliação na Península Coreana.

A celebração do nascimento do Redentor reforce o espírito de fé, de paciência e de coragem nos fiéis da Igreja na China continental, para que não desanimem com as limitações à sua liberdade de religião e de consciência e, perseverando na fidelidade a Cristo e à sua Igreja, mantenham viva a chama da esperança. O amor do «Deus-connosco» dê perseverança a todas as comunidades cristãs que sofrem discriminação e perseguição, e inspire os líderes políticos e religiosos a empenharem-se pelo respeito pleno da liberdade religiosa de todos.

Queridos irmãos e irmãs, «o Verbo fez-Se carne», veio habitar no meio de nós, é o Emanuel, o Deus que Se aproximou de nós. Contemplemos, juntos, este grande mistério de amor; deixemos o coração iluminar-se com a luz que brilha na gruta de Belém! Boas-festas de Natal para todos!

CIDADE DO VATICANO, sábado, 25 de dezembro de 2010

Fonte: ZENIT.org

domingo, 17 de outubro de 2010

Oração do Rosário


Irmãos e amigos, neste mês do outubro, mês em que a Igreja, de maneira especial nos convida à oração do Santo Rosário, conheçamos um pouco mais sobre esta tão linda forma de estarmos em sintonia com Deus, através de Maria, Mãe de Deus e nossa...

A oração do Santo Rosário surge aproximadamente no ano 800 à sombra dos mosteiros, como saltério dos leigos. Dado que os monges rezavam os salmos (150), os leigos, que em sua maioria não sabiam ler, aprenderam a rezar 150 Pai nossos. Com o passar do tempo, se formaram outros três saltérios com 150 Ave Marias, 150 louvores em honra a Jesus e 150 louvores em honra a Maria.

No ano 1365 fez-se uma combinação dos quatro saltérios, dividindo as 150 Ave Marias em 15 dezenas e colocando um Pai nosso no início de cada uma delas. Em 1500 ficou estabelecido, para cada dezena a meditação de um episódio da vida de Jesus ou Maria, e assim surgiu o Rosário de quinze mistérios.

A palavra Rosário significa 'Coroa de Rosas'. A Virgem Maria revelou a muitas pessoas que cada vez que rezam uma Ave Maria lhe é entregue uma rosa e por cada Rosário completo lhe é entregue uma coroa de rosas. A rosa é a rainha das flores, sendo assim o Rosário a rosa de todas as devoções e, portanto, a mais importante.

O Santo Rosário é considerado a oração perfeita porque junto com ele está a majestosa história de nossa salvação. Com o rosário, meditamos os mistérios de gozo, de dor e de glória de Jesus e Maria. É uma oração simples, humilde como Maria. É uma oração que podemos fazer com ela, a Mãe de Deus. Com o Ave Maria a convidamos a rezar por nós. A Virgem sempre nos dá o que pedimos. Ela une sua oração à nossa. Portanto, esta é mais poderosa, porque Maria recebe o que ela pede, Jesus nunca diz não ao que sua mãe lhe pede. Em cada uma de suas aparições, nos convida a rezar o Rosário como uma arma poderosa contra o maligno, para nos trazer a verdadeira paz.

O Rosário é composto de dois elementos: oração mental e oração verbal.

No Santo Rosário a oração mental é a meditação sobre os principais mistérios ou episódios da vida, morte e glória de Jesus Cristo e de sua Santíssima Mãe.

A oração verbal consiste em recitar quinze dezenas (Rosário completo) ou cinco dezenas do Ave Maria, cada dezena iniciada por um Pai Nosso, enquanto meditamos sobre os mistério do Rosário.

A Santa Igreja recebeu o Rosário em sua forma atual em 1214 de uma forma milagrosa: quando a Virgem apareceu a Santo Domingo e o entregou como uma arma poderosa para a conversão dos hereges e outros pecadores daquele tempo. Desde então sua devoção se propagou rapidamente em todo o mundo com incríveis e milagrosos resultados.

Em nosso Santuário da Mãe da Salette, aos 18 dias de cada mês, acontece a Oração do Terço às 18h com a participação das comunidades de nossa paróquia. Participe!
"QUE A ORAÇÃO DO ROSÁRIO VOLTE A SER A ORAÇÃO DAS FAMÍLIAS QUE É A IGREJA DOMESTICA". (João Paulo II)

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

19/09 DIA DE NOSSA SENHORA DA SALETTE

No último dia 19, a comunidade paroquial Santo Antônio de Pádua, celebrou o dia de Nossa Senhora da Salette com a Santa Missa presidida pelo pároco Pe. José Lino Buss.

Nesta data, completam 163 anos da aparição da Virgem Maria às crianças, Maximino e Melânia, em La Salette, na França. A Mãe de Deus aparece numa realidade de muita opressão e falta de fé, não diferente da que vivemos hoje, e suplica pela conversão de todos os pecadores. Pede-nos que façamos bem a nossa oração se quisermos ter uma vida feliz, em amizade com Deus e com os irmãos.

Que a Virgem Mãe da Salette, derrame sobre nós suas lágrimas de ternura e compaixão. Que possamos crescer cada dia mais no ardor missionário pelo Reino de Deus. E que, com nossa fidelidade, possamos consolar a lágrimas de Maria.

Nossa Senhora da Salette, reconciliadora dos pecadores, rogai sem cessar por nós que recorremos a Vós! Amém!




segunda-feira, 6 de setembro de 2010

"Fazei tudo o que Ele vos disser!"

Queridos irmãos e irmãs, como nas bodas de Caná, Maria continua intercedendo por nós e nos indica o caminho: ouvir a voz de Deus e realizar a sua vontade. E neste mês de setembro, de maneira muito especial, a Igreja nos convida a olharmos para a Bíblia, Palavra de Deus, fonte de Vida para nós!

A Sagrada Escritura é uma herança de Deus deixada para todos nós, seus filhos. É uma carta de amor aos homens escrita em linguagem humana a fim de que conheçamos a Sua inefável benignidade e possamos ser conduzidos a Ele. São livros sagrados que nos revelam o eterno e insondável amor misericordioso de Deus pela salvação da humanidade. “O amantíssimo Deus, buscando e preparando solicitamente a salvação de todo o gênero humano, por singular disposição, escolheu para Si um povo ao qual confiaria as promessas” (DV. 14).

A Bíblia nasceu de um chamado de Deus escondido no chão da vida do povo, para que este soubesse qual o verdadeiro caminho. Esse chamado foi descoberto, primeiramente, por Abraão, depois por Moisés e pelo povo oprimido do Egito, e por todo o povo de Deus, até os dias de hoje.

A Bíblia deve ser vista como o próprio Deus que se tornou e se torna Palavra de vida e salvação para todos. Pois, “a Palavra se fez carne e veio morar entre nós” (Jo 1, 14a), Jesus Cristo, “a fim de que todo que n’Ele crer tenha a vida eterna” (Jo 3, 15). “Ele é o primeiro e maior evangelizador enviado por Deus, e ao mesmo tempo Evangelho de Deus” (Dom Orlando Brandes).

“O verdadeiro discípulo de Jesus Cristo se constitui a partir do encontro com o Senhor, do acolhimento, meditação, vivência e testemunho de Sua Palavra” (Dom Geraldo L. Rocha). Acolhê-la é reconhecer que Jesus é o nosso único e verdadeiro Mestre, e que Suas Palavras são Espírito e Vida (cf. Jo 6, 63)

“É tão grande o poder e a eficácia que se encerra na Palavra de Deus, que ela constitui sustentáculo e vigor para a Igreja, e, para seus Filhos, firmeza da fé, alimento da alma, pura e perene fonte da vida espiritual” (DV. 21). Portanto, “é preciso fundamentar nosso compromisso missionário e toda a nossa vida na rocha da Palavra de Deus” (Doc. Aparecida).

Que Maria Santíssima, a discípula missionária mais perfeita do Senhor, nos ajude a, como Ela, acolher a Palavra de Deus, e a proclamar com a nossa vida o Evangelho de Jesus Cristo e, n’Ele a Boa Nova da dignidade humana, para que o mundo tenha vida e vida em plenitude. Amém!