“Vinde, meus filhos, não tenhais medo, aqui estou para vos contar uma grande novidade!”
Paróquia São João Paulo II, Sombrio, Diocese de Criciúma (SC)
domingo, 9 de outubro de 2011
Catecismo Jovem: @Nove passos para rezar o Rosário
Catecismo Jovem: @Como surgiu o Rosário?
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Deus preparou o céu para nossa família!

Ninguém pode ser irresponsável com a própria família, porque o Senhor tem um grande apreço por ela. O Altíssimo não plantou hortaliças, e sim, filhos. Mas para quê? Para que lá no céu Ele plante um por um de nós, cada um a seu tempo, no "canteiro definitivo".
Nosso lugar definitivo não é aqui nesta terra. O Senhor está preparando no céu o "canteiro" para cada um dos membros da nossa família. Esta é a nossa certeza, que gera em nós uma enorme esperança.
(Trecho do livro "Céus Novos e uma Terra Nova" de Monsenhor Jonas Abib, fundador da Comunidade Canção Nova)
segunda-feira, 9 de maio de 2011
I CERCO DE JERICÓ, Cidade de Sombrio

De 15 a 22 de maio de 2011
7 dias de oração e 24 horas por dia...
Tema: Derrubando muralhas pelo poder da Oração
Lema: "Dá-me de beber" (Jo 4, 7)
Fique atento à programação!
15/05 - Dia da Aliança
16/05 - Dia da Unção
17/05 - Dia da Misericórdia
18/05 - Dia dos Trabalhadores
19/05 - Dia da Eucaristia
20/05 - Dia da Penitência
21/05 - Dia de Nossa Senhora
22/05 - Dia da Ressurreição
Missas às 3:00, 6:30, 15:00 e 20:00...
Confissões individuais:
Dia 16/05: das 9 às 11h
Dia 17/05 ao dia 20/05: das 9 às 11h - 22 às 24h
Nos intervalos entre as Missas, haverá adoração ao Santíssimo Sacramento, durante os 7 dias e 7 noites.
Faça já o seu pedido, para que as muralhas de sua vida e de sua família desabem por terra. Um abençoado Cerco de Jericó para todos!
domingo, 24 de abril de 2011

O Sepulcro vazio nos indica a esperança e o compromisso de continuar a missão que Cristo nos deixou.
Ele não está mais fisicamente entre nós, mas continua em Espírito animando nossas vidas.
Com essa certeza, desejamos uma Feliz e Abençoada Páscoa a todos (as)!
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Anúncio do Evangelho: serviço precioso da Igreja ao mundo

A mensagem começa por recordar que, no Jubileu de 2000, o Papa João Paulo II "reiterou a necessidade de renovar os esforços para levar a todos o anúncio do Evangelho, com ‘o mesmo entusiasmo dos cristãos da primeira hora' (Novo millennio ineunte, 58)".
Para Bento XVI, "este é o serviço mais precioso que a Igreja pode oferecer à humanidade e a cada pessoa que procura as razões mais profundas para viver plenamente a sua própria existência".
"Portanto, este mesmo convite ressoa cada ano na comemoração do Dia Mundial das Missões", afirma.
"A missão renova a Igreja, revigora a fé e a identidade cristãs, confere um novo entusiasmo e novas motivações - resume. A fé se fortalece quando é transmitida!"
"A proclamação incessante do Evangelho, de fato, vivifica a Igreja, seu fervor, seu espírito apostólico, renova seus métodos pastorais, para que sejam cada vez mais adequados às novas situações - mesmo aquelas que requerem uma nova evangelização - e incentivados pelo impulso missionário", insiste o Papa no texto.
Este objetivo, revela, "é continuamente revivido pela celebração da liturgia, especialmente da Eucaristia", pois "a liturgia é sempre um convite ‘do mundo' e um novo envio ‘ao mundo' para testemunhar o que se experimentou".
Os destinatários da proclamação do Evangelho, continua o Pontífice, "são todos os povos", e a Igreja "é missionária por natureza" e, portanto, "não pode jamais fechar-se em si mesma".
Referindo-se à nova evangelização, indica a necessidade de proclamar o Evangelho àqueles que não o conhecem e também à "multidão daqueles que, apesar de terem recebido a proclamação do Evangelho, esqueceram-no e o abandonaram, já não mais se reconhecendo na Igreja".
"Muitos ambientes, mesmo em sociedades tradicionalmente cristãs, são hoje refratários ao abrir-se à palavra da fé", recorda.
E observa que "há uma mudança cultural em curso, alimentada também pela globalização, pelos movimentos do pensamento e pelo relativismo imperante".
Essa mudança, explica, "leva a uma mentalidade e a um estilo de vida que ignoram a mensagem do Evangelho, como se Deus não existisse, e exaltam a busca do bem-estar, do lucro fácil, da profissão e do êxito como objetivo da vida, inclusive à custa dos valores morais".
O Papa continua salientando que a dimensão missionária da Igreja "envolve todos, tudo e sempre" e "deve ser sempre levada em consideração", em todos os batizados e em toda a comunidade eclesial, "como forma de vida cristã".
Ele reconhece que "a evangelização é um processo complexo e envolve vários elementos", entre os quais destaca a solidariedade.
"É inaceitável - diz ele, citando Paulo VI - que na evangelização se negligenciem as questões que dizem respeito ao desenvolvimento humano, à justiça, à libertação de todas as formas de opressão, obviamente respeitando a autonomia da esfera política."
E acrescenta que, "por meio da participação responsável na missão da Igreja, o cristão se torna um construtor da comunhão, da paz, da solidariedade que Cristo nos deu, e colabora na realização do plano salvífico de Deus para toda a humanidade".
"Os desafios que ela encontra exortam os cristãos a caminharem junto aos outros, e a missão é parte integrante desta jornada com todos", conclui Bento XVI.
"Nela, carregamos, mas em vasos de barro, a nossa vocação cristã, o tesouro inestimável do Evangelho, o testemunho vivo de Jesus morto e ressuscitado, encontrado e crível na Igreja."
Fonte: Zenit.org
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
“Deixemos o coração iluminar-se com a luz que brilha na gruta de Belém!”

O Verbo fez-Se carne (Jo 1, 14).
Queridos irmãos e irmãs, que me ouvis em Roma e no mundo inteiro, é com alegria que vos anuncio a mensagem do Natal: Deus fez-Se homem, veio habitar no meio de nós. Deus não está longe: está perto, mais ainda, é o «Emanuel», Deus-connosco. Não é um desconhecido: tem um rosto, o rosto de Jesus.
Trata-se de uma mensagem sempre nova, que não cessa de surpreender, porque ultrapassa a nossa esperança mais ousada. Sobretudo porque não se trata apenas de um anúncio: é um acontecimento, um fato sucedido, que testemunhas credíveis viram, ouviram, tocaram na Pessoa de Jesus de Nazaré! Permanecendo com Ele, observando os seus atos e escutando as suas palavras, reconheceram em Jesus o Messias; e, ao vê-Lo ressuscitado, depois que fora crucificado, tiveram a certeza de que Ele, verdadeiro homem, era simultaneamente verdadeiro Deus, o Filho unigénito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade (cf. Jo 1, 14).
«O Verbo fez-Se carne». Fitando esta revelação, ressurge uma vez mais em nós a pergunta: Como é possível? O Verbo e a carne são realidades opostas entre si; como pode a Palavra eterna e onipotente tornar-se um homem frágil e mortal? Só há uma resposta possível: o Amor. Quem ama quer partilhar com o amado, quer estar-lhe unido, e a Sagrada Escritura apresenta-nos precisamente a grande história do amor de Deus pelo seu povo, com o ponto culminante em Jesus Cristo.
Na realidade, Deus não muda: mantém-se fiel a Si mesmo. Aquele que criou o mundo é o mesmo que chamou Abraão e revelou o seu próprio Nome a Moisés: Eu sou Aquele que sou... o Deus de Abraão, de Isaac e de Jacob... Deus misericordioso e compassivo, cheio de amor e fidelidade (cf. Ex 3, 14-15; 34, 6). Deus não muda: Ele é Amor, desde sempre e para sempre. Em Si mesmo, é Comunhão, Unidade na Trindade, e cada obra e palavra sua tem em vista a comunhão. A encarnação é o ápice da criação. Quando no ventre de Maria, pela vontade do Pai e a ação do Espírito Santo, se formou Jesus, Filho de Deus feito homem, a criação atingiu o seu vértice. O princípio ordenador do universo, o Logos, começava a existir no mundo, num tempo e num espaço.
«O Verbo fez-Se carne». A luz desta verdade manifesta-se a quem a acolhe com fé, porque é um mistério de amor. Somente aqueles que se abrem ao amor, são envolvidos pela luz do Natal. Assim sucedeu na noite de Belém, e assim é hoje também. A encarnação do Filho de Deus é um acontecimento que se deu na história, mas ao mesmo tempo ultrapassa-a. Na noite do mundo, acende-se uma luz nova, que se deixa ver pelos olhos simples da fé, pelo coração manso e humilde de quem espera o Salvador. Se a verdade fosse apenas uma fórmula matemática, em certo sentido impor-se-ia por si mesma. Mas, se a Verdade é Amor, requer a fé, o «sim» do nosso coração.
E que procura, efetivamente, o nosso coração, senão uma Verdade que seja Amor? Procura-a a criança, com as suas perguntas tão desarmantes e estimuladoras; procura-a o jovem, necessitado de encontrar o sentido profundo da sua própria vida; procuram-na o homem e a mulher na sua maturidade, para orientar e sustentar os compromissos na família e no trabalho; procura-a a pessoa idosa, para levar a cumprimento a existência terrena.
«O Verbo fez-Se carne». O anúncio do Natal é luz também para os povos, para o caminho colectivo da humanidade. O «Emanuel», Deus-connosco, veio como Rei de justiça e de paz. O seu Reino - bem o sabemos - não é deste mundo, e todavia é mais importante do que todos os reinos deste mundo. É como o fermento da humanidade: se faltasse, definhava a força que faz avançar o verdadeiro progresso, o impulso para colaborar no bem comum, para o serviço desinteressado do próximo, para a luta pacífica pela justiça. Acreditar em Deus que quis compartilhar a nossa história, é um constante encorajamento a comprometer-se com ela, inclusive no meio das suas contradições; é motivo de esperança para todos aqueles cuja dignidade é ofendida e violada, porque Aquele que nasceu em Belém veio para libertar o homem da raiz de toda a escravidão.
A luz do Natal resplandeça novamente naquela Terra onde Jesus nasceu, e inspire Israelitas e Palestinianos na busca duma convivência justa e pacífica. O anúncio consolador da vinda do Emanuel mitigue o sofrimento e console nas suas provas as queridas comunidades cristãs do Iraque e de todo o Médio Oriente, dando-lhes conforto e esperança no futuro e animando os Responsáveis das nações a uma efetiva solidariedade para com elas. O mesmo suceda também em favor daqueles que, no Haiti, ainda sofrem com as consequências do terramoto devastador e com a recente epidemia de cólera. Igualmente não sejam esquecidos aqueles que, na Colômbia e na Venezuela mas também na Guatemala e na Costa Rica, sofreram recentemente calamidades naturais.
O nascimento do Salvador abra perspectivas de paz duradoura e de progresso autêntico para as populações da Somália, do Darfour e da Costa do Marfim; promova a estabilidade política e social em Madagáscar; leve segurança e respeito dos direitos humanos ao Afeganistão e Paquistão; encoraje o diálogo entre a Nicarágua e a Costa Rica; favoreça a reconciliação na Península Coreana.
A celebração do nascimento do Redentor reforce o espírito de fé, de paciência e de coragem nos fiéis da Igreja na China continental, para que não desanimem com as limitações à sua liberdade de religião e de consciência e, perseverando na fidelidade a Cristo e à sua Igreja, mantenham viva a chama da esperança. O amor do «Deus-connosco» dê perseverança a todas as comunidades cristãs que sofrem discriminação e perseguição, e inspire os líderes políticos e religiosos a empenharem-se pelo respeito pleno da liberdade religiosa de todos.
Queridos irmãos e irmãs, «o Verbo fez-Se carne», veio habitar no meio de nós, é o Emanuel, o Deus que Se aproximou de nós. Contemplemos, juntos, este grande mistério de amor; deixemos o coração iluminar-se com a luz que brilha na gruta de Belém! Boas-festas de Natal para todos!
CIDADE DO VATICANO, sábado, 25 de dezembro de 2010
Fonte: ZENIT.org